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Free! Julgava-me ser, depois de dias e dias sem te ver. O maior corte que me deste no coração, parecia estar a curar. Comecei a deixar de sentir a tua falta todos os dias, todas as manhãs, todas as tardes, todas as noite, todas as horas, todos os minutos, todos os segundos. O meu coração passou de sozinho a esquisito. Já não é o mesmo, mas ainda está aqui e bastante vivo. Custou, mas passou. Ou está a passar, não interessa.
O importante é que já não sinto aquela solidão estranha mesmo quando estáva com alguém. Quando o fim chegou, eu olháva para mim sem ti, e odiáva o que via. Mas, aprendi a gostar disto, aprendi a gostar de mim e da minha vida sem ti. Era assim que eu andáva, eu estáva a levantar-me do grande, grande tombo que dei. Talvez o maior da minha vida até hoje. Já não me custava nada levantar-me, das noites às quais já não passáva a chorar e a olhar para o tecto. Já não me custava passar por lugares que foram nossos. Já não me custava nada abraçar, sorrir. Andáva bem. Andáva a tentar superar isto, visto que me custou imenso a perda. Mais a mim, que a ti. O que interessa é que eu andáva como queria, sem dar justificações. Conheci pessoas novas que me fizeram bem, com o tempo foram conhecendo a minha pouca e bonita história da qual estáva a reerguer-me e apareceu uma mão. Mão essa que me ajudou a levantar, e me deu a sua sabedoria. Passei a conheçer sitio novos contigo, apesar de eu já os conheçer, não tinha lá estado e vivido com tanta intensidade coisas assim. E é claro, não me podia esqueçer. C, para além da mão que me deste e o ombro que me suportou tanto naquela quarta-feira, ofereceste-me a maior felicidade, a minha verdadeira e grande paixão. És linda, e fazes-me adormecer ao teu lado que nem um anjo:


C, obrigada por me ofereceres esta pequenina..



eish, a nova aquisição da minha vida. estou numa fase muito fly, ena xD
meu bob